
Quem acompanha com atenção a política nacional, observa que a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL), tem sacudido os bastidores da política, expondo fissuras familiares entre o clã Bolsonaro. á quem acredite que o impacto na campanha de Flávio Bolsonaro (PL), pode ser negativo, e há quem ache que não, pois na política, como dizia o saudoso Luiz Antonio Fabro, de que na política, a poeira baixa e tudo se assenta.
Não há o que discordar entre as duas vertentes que possuem opiniões diferentes, e o eleitorado brasileiro, mesmo com as redes sociais, na reta final da eleição, dá mais atenção ao fato do momento, e na campanha tanto de Lula (PT), como Flávio (PL), as balas de prata decisivas, serão utilizadas nas últimas semanas da eleição, afim de conquistar o voto dos indecisos e de quem muda de lado na última hora.
Quanto a Michelle, parte da direita não entende o que ela está fazendo. Para alguns, ela está expondo a realidade familiar e reafirmando o papel feminino dentro do clã Bolsonaro, e de que ela está buscando reafirmar seu papel de líder. De fato, carisma, a ex-primeira dama possui reconhecidamente um público fiel. Agora, para outros, Flávio perde muito inicialmente com o "racha", familiar, ao invés do assunto ter uma discussão interna, sem rusgas externas que podem ser exploradas pela oposição.
Ganha o PT, ganha Lula, que pacientemente espera ruidos maiores no decorrer da campanha.